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terça-feira, 17 de maio de 2011

Oficina de música - Sesi Guarapuava, 2011

 A oficina de música feita por iniciativa do Sesi de Guarapuava em 2011, ofereceu pouquissimas vagas para que todos pudessem usufruir o máximo das três horas de aula.
O programa tratou de:
1.       ASPECTOS DE TÉCNICA VOCAL
a.       Fisiologia da Voz;
b.      Saúde vocal;
2.       NOÇÕES DE MÚSICA
a.       Melodia, Harmonia e Ritmo;
b.      Gêneros;
c.       Estilos.
3.       ESTUDO DE REPERTÓRIO
a.      Tonalidades;
b.     Adequação do repertório;
4.       INTERPRETAÇÃO
a.       Dicas práticas e importantes.



Os nove participantes da oficina enriqueceram ainda mais o trabalho compartilhando seus conhecimentos,duvidas e apreciações a respeito da música. Foi muito bom perceber nesses jovens já a crítica do que é arte e do que é apenas mídia.
Da mesma forma que chama a atenção a percepção critica também se pode observar a carencia que os jovens tem de conhecimento sobre a história da nossa música. Há falta de mais espaços não apenas para trabalhar a musica atual, para que eles mostrem suas habilidades artisticas. Os jovens precisam chegar ao conhecimento da nossa história, dos movimentos artisticos nacionais e do que os fez existirem. Há necessidade de que mais oficinas e cursos de música sejam feitos com enfoque na interpretação, na compreensão da música e na crítica.
Nossos jovens tem coração, tem emoção, tem talento, e precisam de conteúdo e aparelhos para poderem se encontrar e se expressar. Apenas depois que se tem o estudo profundo a inspiração nos é dada de presente.

Essa pequena oficina veio reacender a vontade de criar novamento algo mais extenso: um coral com o trabalho completo. Estudar com os adolescentes a história da nossa música, grandes compositores que poucos conhecem, estudo das letras, além do trabalho vocal propriamente dito.
Porém esse é um projeto que demanda verbas para no mínimo um ano de trabalho. Mas ainda há a esperança de encontrar parceiros em condições de patrocinar trabalho tão rico.
Aqui tenho alguns exemplos do projeto já realizado no colégio Francisco Carneiro Martins.


quarta-feira, 13 de abril de 2011

Música Déjà vu


Primeira música do CD Pofundidades já nas rádios.
Primeiro clip no YouTube
Dedicada a todos os nossos amigos e colaboradores.

Podem reenviar, postar e compartilhar a vontade.

Beijos

Daniele

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Cantoras que todos devem conhecer - Simone

Simone e Fausto Nilo

Grandes interpretações de Simone das múscias de Fausto Niloem parcerias: "Pão e Poesia", com Moraes Moreira, "Pequenino Cão", com Caio Sílvio, "Um Desejo Só Não Basta", com Francisco Casaverde, "Você É Real", com Piska

Belíssimas poesias em uma interpretação marcante.

Simone tem voz grave, de contralto, porém usa uma região não tão grave. Mas para sopranos cantarem suas músicas necessario subir o tom. Estas musicas em especial exigem um interpretação de grande qualidade. Preste bastante atenção nas letras e observe como você conseguiria passar a mensagem.







sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Deixar-se ver

Em nosso mundo nos vestimos de imagens, personas que não expressam nosso todo nem nosso Íntimo.
Somos levados, deseducados a crer que essas imagens são nossa verdade. Porém, antes que começemos a apregoar que é a sociedade que nos faz assim observemos melhor.

Temos imagens totalmente abstratas de tudo, desde a árvore a deus. Tudo que carregamos em nosso viver ou sobreviver são imagens, conceitos, de tudo, inclusive de nós mesmos. Quem cria esses conceitos, essas abstraçãos não é o que esta fora de nós mas sim o que processamos, ou quem processa dentro de nós. Contamos com mais do que meros cinco sentidos para apreender o mundo. Porém mal usamos um de cada vez, e além dos cinco óbvios nem mesmo acreditamos ao certo que haja outros. Vivemos tentando conceituar tudo a partir de um conceito limitado do que chamamos de concreto. No entanto concreto é tudo que conseguimos apreender como parte integrante de nosso ser, como o próprio alento que nos sustem, que não vemos, mas é concreto.

Aqui entra o papel da arte nessa conversa. Apreendemos tudo que nós é concreto, conceituamos tudo que nós é abstrato. Quanto mais abstrato mais imaginário, quanto mais imagens mais irreal. Onde foi que perdemos nosso contato com o concreto dentro de nós mesmos? Como posso ver com todas as portas do meu ser, não apenas com os cinco sentidos, aquilo que é apenas imagens? Como posso me deixar ver se dentro também carrego uma imensa bagagem de imagens do que sou e do que deveria e gostaria de ser?

Quando interpretamos um papel artístico, seja dramatizado, cantado, esculpido ou pintado, esse papel surge de dentro de nós. Diriamos: "mas eu não sou a prostituta, eu não sou o malandro, eu não sou isso ... ", mas alegremente diriamos de papeis como o Rei, o mártir, a donzela "eu nem imaginava que eu era assim!". Como mudam as pesperctivas! A arte nos permite  vermo-nos além das personas, além das imagens, porque ao contrário do que se pensa, em um palco se há que ser o mais verdadeiro. Fiel ao papel, se diz. Em um palco nos deixamos ver, e quanto mais verdadeiro mais próximo do público. Quanto mais atento em ser, mais esquecido de tudo, e mais entregue.

Hoje a arte virou terapia ... ao descer do palco se esquece tudo ... voltamos a nossa vida normal. Porque não conseguimos viver esse ser verdadeiro e deixar-nos ver? Medo. Pois assim como não nos apreendemos com todas as portas de nosso ser porque não queremos ser o que há de mal e temos certa vergonha de ser o que há de bom, não sabemos apreender o outro. Vemos e deixamos ver apenas aquilo que é de acordo com nosso ego. A Arte não permite isso. Ou se é total e completamente verdadeiro ou não serve, não convence, fica na superfície, é morno. E é assim que somos, mornos em tudo e perdemos o controle a cada passo, porque quem consegue controlar imagens?

Vivamos em Arte a cada segundo. Estejamos analisando sempre "estou sendo realmente fiel, isso que estou mostrando é verdade?" Sejamos ocupados em apreender os outros, em apreender a verdade do outro. Uma vez que consigamos nos mostrar seremos um porto. Uma vez que consigamos nos ver além das imagens seremos fiéis ao nosso Íntimo eliminado o que nos faz mal. Vivamos a Arte, ela não é uma terapia ou um hobby, é uma escolha de vida. Deixemo-nos ver e vejamos com todos os nossos sentidos.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Veja Música

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Ana Carolina

mais informações
Site oficial: www.ana-carolina.com
Facebook: www.facebook.com/group.php?gid=14367967820
MySpace: www.myspace.com/anacarolinacantora
banda
Ana Carolina, vocais e violão
Marcelo Costa, bateria
Pedro Baby, guitarra
Danilo Andrade, teclado
André Rodrigues, baixo



biografia
Em outubro de 2009, a cantora Ana Carolina estreou em São Paulo a turnê do disco N9ve. Dirigido por Bia Lessa, o espetáculo combina as canções do álbum com efeitos especiais – cai chuva no palco, Ana canta uma balada em cima de uma grua, como se estivesse nas nuvens – E músicos da categoria do baterista Marcelo Costa (ex-Marisa Monte, Lulu Santos e Maria Bethânia) e do guitarrista Pedro Baby (ex-Bebel Gilberto e Marisa Monte). No show Ana Carolina privilegia as canções de N9ve, um dos trabalhos mais ousados de sua carreira. Ela trabalhou ao lado dos produtores Kassin, Mario Caldato e Alê Siqueira – que têm no currículo trabalhos ao lado de Los Hermanos, Caetano Veloso e Vanessa da Mata –, iniciou uma parceria com a compositora italiana Chiara Ciello e contou com a participação de astros consagrados do pop e jazz internacional, como a baixista Esperanza Spalding e o vocalista John Legend. Em VEJA Música, Ana Carolina conta por que deu essa guinada em sua carreira, relembra de seus tempos de cantora de bar e mostra ainda um dos momentos mais marcantes de N9ve – o show. É aquele onde sugere que o órgão sexual masculino seja trocado por um objeto de higiene pessoal.
expediente
Apresentação: Sérgio Martins Cinegrafistas: Flávio Fernando, Marcelo Felix Assistente: Durval Alves, Leonardo Magri Operador de áudio: Gilberto Felix Iluminação: Marcos Felix Edição de imagens:Pedro Mendes Mixagem de áudio: Miguel Lopez Produção executiva: Raquel Hoshino Direção: Miryam Rahme Direção geral: Raquel Hoshino Gravado no estúdio YB

Outros artistas
 
Maria Gadu
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Lobão
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karina Buhr
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Saulo Fernandes
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Ana Lys
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Pedra
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Juliana Kehl
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Ana Carolina
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Arnaldo Antunes
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Fernanda Takai
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Marina de la Riva
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Ana Cañas
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domingo, 12 de setembro de 2010

Festival da Record de 1967

Só vendo mesmo pra entender o que era a música brasileira. Espero que um dia consigamos resgatar a qualidade das letras, arranjos e a técnica de todos os grandes instrumentistas e cantores que até hoje representam com louvor nosso criativo país na Europa e até no Japão. Lá fora são mais conhecidos e amados do que aqui ...
Conheça nossa Arte, ouça, divulgue, estude e faça essa herança render.

domingo, 29 de agosto de 2010

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Um ensaio - Bem que se quis

Um pedaço da Bem que se quis em um ensaio na Discolândia Educação Musical.

Para marcar uma aula grtuita você pode acessar o msn ou telefone:

discolandiaedumusical@gmail.com - 42 3035 1258

Perigos da má utilização da voz

Alterações crônicas podem ser muito mais do que sintomas passageiros consequentes das baixas temperaturas do inverno
Jornal de Londrina 01/07/2009 | 00:08

A época das doenças de inverno chegou e volta e meia alguém aparece com sintomas consequentes de gripe ou resfriado. A rouquidão – clinicamente chamada de disfonia, originada na laringe, onde estão as pregas vocais – é um deles. Nesse caso dura até sete dias, bastando tratar a gripe ou resfriado e repousar a voz. Mas se aparecer de repente, sem companhia de espirros e de dores no corpo ou, ainda, permanecer por mais de duas semanas, acenda a luz de alerta. Pode ser um caso de disfonia crônica, provocado pela má utilização da voz.
Quem deve ficar mais atento são profissionais que têm a voz como instrumento de trabalho, como professores, atendentes de telemarketing, cantores, atores e locutores. Várias outras situações podem provocar disfonia crônica: fumo, álcool, alteração hormonal, distúrbios na tireóide, problemas neurológicos ou psicológicos, fadiga, má alimentação, ar condicionado e poluição.
Sem os cuidados adequados, lesões podem ocorrer e provocar disfonia, levando a danos irreversíveis. “Em muitas pessoas, um problema de voz ameaça a atividade profissional”, diz o otorrinolaringologista Evaldo Macedo, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e membro da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia. Segundo o especialista, não há uma estatística mundial segura sobre a incidência de casos de disfonia por abuso da voz, mas ele afirma que pode acontecer em cerca de 20% dos profissionais, dependendo do grupo de atuação. “Os professores e atendentes de telemarketing são os mais afetados em função de suas cargas de trabalho muito puxadas. Muitas vezes eles não têm um treinamento adequado para a prevenção”, explica Macedo.
Sintomas frequentes de rouquidão – decorrentes de oito horas diárias falando sem parar –e as faltas dos professores, passaram a ser um sinal de alerta para a direção do Colégio Bom Jesus, de Curitiba. Há 12 anos, foi criado o Programa de Voz, com o objetivo de prevenir e tratar o aparecimento de alterações nos cerca de mil docentes da instituição. “É preciso usar a voz de uma forma adequada, com correta respiração e projeção, para evitar lesões nas pregas vocais”, orienta a fonoaudióloga Sônia Arns Guimarães, responsável pelo programa. Na rede estadual de ensino, os professores são orientados pelo programa Saúde Vocal, Cuidando da Voz do Professor.
Perda total
Se a rouquidão permanecer por mais de 15 dias pode estar escondendo outros problemas mais graves, como um câncer na região da laringe. O Brasil tem a terceira maior incidência mundial da doença, cujo vilão número um é o tabagismo. Um exame chamado video laringoscopia feito por um otorrinolaringologista poderá detectar o problema. “O primeiro sintoma do câncer é a rouquidão. O diagnóstico precoce permite 100% de cura, sem cirurgia”, explica o especialista Luiz Carlos Sava, chefe do Serviço de Otorrino laringologia do Hospital Cajuru.
Em muitos casos é preciso retirar a laringe totalmente para remover o tumor e salvar a vida do paciente. Mas é inevitável a perda da fala. O problema é amenizado com a produção de som através do esôfago, mas que não terá a sonoridade natural. “Algumas pessoas recorrem a um aparelho chamado laringe artificial, colocado próximo ao pescoço. A pessoa faz o movimento labial da palavra e o aparelho transmite o som com uma voz que parece robotizada”, conta a fonoaudióloga Tânia Coelho, vicepresidente do Conselho Regional de Fonoaudiologia.
Crianças
São comuns os casos de disfonia em crianças, a maioria na faixa dos quatro aos cinco anos de idade, principalmente devido a maus hábitos vocais. Um público significativo que há cerca de dez anos não existia. “A dinâmica das famílias mudou. Hoje os pais não têm tempo para os filhos e eles usam o grito para serem ouvidos”, explica a fonoaudióloga Maria Regina Serrato, coordenadora do curso de fonoaudiologia da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP). Ela explica que isto acontece também em famílias que têm o hábito de falar muito alto. Para essas crianças, a cirurgia não é indicada, pois as pregas vocais ainda vão crescer durante a puberdade. Nesse caso, se surgirem nódulos ele serão absorvidos. “Se o comportamento delas não mudar, o problema reaparecerá. Só conseguimos bons resultados quando as famílias mudam a dinâmica e entendem que as crianças precisam de espaço para serem ouvidas”, diz Maria Regina.

domingo, 28 de fevereiro de 2010

Cantores que todos devem conhecer - rock

A música Undertow, de Genesis, é cantada por Phil Collins.

Phil Collins não tem uma voz que se possa chamar bonita, porém ele tem uma extraordinária interpretação que faz com que suas músicas soem perfeitas apenas em sua voz. Esta música é um ótimo exemplo de como ele trabalha com a letra. Ouça a música acompanhando a tradução para que você possa compreender melhor como ele muda a colocação da voz para cada parte dependendo do tema e da ênfase em cada verso.

Lembrando que só é possivel fazer uma interpretação convincente tendo técnica vocal e compreendendo, sentido profundamente o que se está cantando. Da mesma forma é necessária uma boa compreensão da música para poder apreciá-la realmente.

Undertow (ressaca do mar)
Band:Genesis

The curtains are drawn
Now the fire warms the room.
Meanwhile outside
Wind from the north-east chills the air,
It will soon be snowing out there.


And some there are
Cold, they prepare for a 
sleepless night.
Maybe this will be their last fight.


But we're safe in each other's embrace,
All fears go out as 
I look on your face


Better think awhile
Or I may never think again.
If this were the last day of your life, my friend,
Tell me, what do you think you would do then?


Stand up to the blow that fate has struck upon you,
Make the most of all 
you still have coming to you, [or]
Lay down on the ground and let the tears run from you,
Crying to the grass and trees and heaven finally on your knees


Let me live again, 
let life come find me wanting.
Spring must strike again 
against the shield of winter.
Let me feel once more 
the arms of love surround me,
Telling me the danger's past, I need not fear the icy blast again.


Laughter, 
music and perfume linger here
And there, and there,
Wine flows from flask to glass and mouth,
As it soothes, confusing our doubts.


And soon we feel,
Why do a single thing to-day,
There's tomorrow sure as I'm here.


So the days they turn into years
And still no tomorrow appears.


Better think awhile
Or I may never think again.
If this were the last day of your life, my friend,
Tell me, what do you think you would
do then?


Stand up to the blow 
that fate has struck upon you,
Make the most of all 
you still have coming to you, [or]
Lay down on the ground and 
let the tears run from you,
Crying to the grass and trees 
and heaven finally on your knees


Let me live again, 
let life come find me wanting.
Spring must strike again 
against the shield of winter.
Let me feel once more 
the arms of love surround me,
Telling me the danger's past, 
I need not fear the icy blast again.
As cortinas estão fechadas
Agora, o fogo aquece o ambiente.
Enquanto isso lá fora
O vento de nordeste resfria o ar,
Em breve estará nevando lá fora.


E há alguns
Frios, que se preparam para 
uma noite sem dormir.
Talvez esta será sua última luta.


Mas estamos seguros nos braços
um do outro,
Todos os medos se vão 
quando eu olhar no seu rosto


Melhor pensar um pouco
Ou talvez eu nunca pense novamente.
Se este fosse o último dia de sua vida,
meu amigo,
Diga-me, o que você acha que faria
então?


Levantar-se para o golpe que o destino
abate sobre você,
Aproveitar ao máximo tudo 
o que você ainda tem vindo até você, [ou]
Deitar-se no chão e deixar
as lágrimas correrem,
Gritando para a grama e as árvores e o
Céu finalmente de joelhos


Deixe-me viver outra vez,

deixe a vida vir me encontrar desejando.
A Primavera deve atacar de novo
contra o escudo de inverno.
Deixe-me sentir mais uma vez 
os braços de amor me abraçando,
Dizendo-me que passou o perigo,
eu não preciso temer a explosão gelada novamente.


Risos,
música e perfume circulam aqui
E lá, e lá,
Vinho corre do cântaro ao copo e
à boca,
Enquanto acalma, confundindo nossas dúvidas.


E logo nós sentimos,
Por que fazer uma coisa se quer hoje?,
Há um amanhã, tão certo como eu estou aqui.


Assim, o dia se transformam em anos
E amanhã continua a não aparecer.


Melhor pensar um pouco
Ou talvez eu nunca pense novamente.
Se este fosse o último dia de sua vida,
meu amigo,
Diga-me, o que você acha que faria 
então?


Levantar-se para o golpe 
que o destino abate sobre você,
Aproveitar ao máximo tudo 
o que você ainda tem vindo até você, [ou]
Deitar-se no chão e deixar
as lágrimas correrem,
Gritando para a grama e as árvores 
e o Céu finalmente de joelhos


Deixe-me viver outra vez, 
deixe a vida vir me encontrar desejando.
A Primavera deve atacar de novo 
contra o escudo de inverno.
Deixe-me sentir mais uma vez 
os braços de amor me abraçando,
Dizendo-me que passou o perigo, eu não preciso temer a explosão gelada novamente.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Cantores que todos devem conhecer - interpretações

Interpretaçãoes marcantes

Estas três mulheres e estas três músicas em especial são um show.
Nossa Cassia Eller, com Try a little tenderces, e Linda Perry com Fly away, fazem interpretações fortíssimas, além da qualidade de suas vozes.
A emoção que transmitem vem de dentro, é uma emoção verdadeira. Muito diferente de vários cantores atuais, que confundem esse sentir profundamente o que se canta com um esforço em fazer mímicas e forçar a voz. Essas cantoras usam sua técnica para enfatizar cada frase modulandoa voz sem perder a emoção.

Linda Perry é mais conhecida aqui pela música What's up, na qual ela usa a voz um pouco diferente, porém com a mesma força na interpretação.

A última, Janis Joplin, aqui com Try a little bit harder, um funk leve e discontraido. Ela costumava cantar blues. Sua voz não agrada a todos, porém sua energia na interpretação é inquestionavel.

Infelizmente as três nos foram roubadas por seus vícios...
Então, cantores e cantoras, se vocês realmente amam a Arte e a si mesmos, nada de cigarro, álcool, ou quanquer outro tipo de droga. A não ser que você pretenda ter uma carreira curta.








segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Cantores que todos devem conhecer - vocais

Belos vocais

Algumas bandas estrangeiras também brilharam com trabalhos bem interessantes com todos, ou quase todos os componentes da banda cantando. Aqui estão alguns exemplos.
A banda Toto arranja vocais suaves. Como eles tem três vozes diferentes conseguém brincar mais com a melodia apenas aproveitando a diferença entre a voz de baixo e dos tenores com um deles chegando a agudos bem altos que brilham bastante. É uma banda mais pop, de muito bom gosto, com letras bonitas e vozes trabalhadas. Africa é uma das mais fomosas composições da banda e uma das mais bonitas.
Mas sem dúvida nenhuma a banda que mais brilha em seus vocais é Queen. Os falsetes do baterista se tomados isoladamente não é uma voz bonita, mas no conjunto funcionam muito bem.






quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Cantores que todos devem conhecer - MPB 4

Belos vocais

Na década de 70 no Brasil fizeram sucesso alguns grupos que trabalhavam vocais de uma forma bastante bonita. Bossas, sambas, rocks, ganhavam brilho com a harmonias das vozes suaves se combinando em contrapontos, trios, quartetos e quintetos às vezes com o mesmo tipo de voz.

Temos aqui alguns exemplos para isnpirar os novos cantores. Quando se canta em grupos ou mesmo em duetos, cada pessoa é um solista. É preciso cantar perfeitamente afinado e com técnica como se estivesse cantando sozinho. Mas o encanto de se cantar em conjunto é transformar as vozes em um instrumento mais complexo. Hora as vozes fazem uníssono, a mesma nota, encorpando o som. Hora se separam em fugas ou repetições bem simples, ou mesmo em melodias diferentes. Em todos esses momentos aparece a maestria de cada cantor, cada um tem que saber muito bem o que está fazendo. O que ocorre na música brasileira é que essas composições são escritas para uma voz apenas. Então os cantores precisam fazer arranjos para o conjunto de vozes. Se não se conhece teoria músical e não se é perfeito em afinação o trabalho fica impossível.

Com conhecimento técnico também se pode improvisar na voz da mesma forma que os instrumentistas fazem. Todos conhecem a música, conhecem a harmonia perfeitamente, então cada cantor sabe que tipo de arranjos pode fazer mantendo a afinação.

Um ponto importantíssimo que faz a diferença em canto em grupo, as vozes tem que funcionar como um único instrumento. Basta pensar nas cordas de um violão, há uma afinação fixa para as cordas, e todas tem a mesma intensidade de som. Quando se troca apenas uma corda o som do conjunto fica estranho. Em um grupo as vozes, apesar de diferentes por sua identidade, tem que se combinar perfeitamente. Quando se canta em grupo todos os cantores se preocupam em modular suas vozes para que soem bem juntas e nenhuma se sobressaia, assim todas as vozes são ouvidas e apreciadas. Um exemplo disso são as interpretações nos duetos Tetê Espindola e Ney Matogrosso, e de Sérgio Reis e Almir Sater, em que um dos cantores mudou seu estilo comum para encaixar-se na voz do outro.

Veja também: Nossa história musical Clube da esquina
http://www.museudapessoa.net/clube/index.htm









sábado, 5 de dezembro de 2009

Cantores que todos devem conhecer - Rock

Renato Russo e Cássia Eller

O Rock brasileiro teve dois grandes nomes que valem um post à parte.

Renato Russo é amado por várias gerações e mesmo por quem não é fã de rock. Suas letras são marcos em nossa história musical. Além do rock nacional com a banda Legião Urbana, Renato fez grande sucesso em baladas italianas e com o inglês perfeito. Vários estilos exigem muita competência na interpretação. As variações de vocal que ele conseguia eram bastante versáteis. Notas graves com intensidade e corpo, quase impostadas. Agudos abertos, gritados, voz rasgada, suave, sempre bem colocada e afinada.
Em Monte Castelo se pode avaliar sua qualidade, a música começa com um grave belíssimo para ir crescendo em intensidade conforme vai subindo para os agudos criando um clima totalmente involvente. As mudanças de colocação da voz quase de uma frase para outra respeitam o desenrolar do poema que vai crescendo em emoção, para descansar no refrão bíblico. Para conseguir isso é precisso sentir cada palavra que está sendo cantada.
Fica mais óbvia sua competência técnica ao comparar esse música com 29, por exemplo, que está tão bem interpretada, mas não exige tanta técnica e mesmo assim cantar como ele faz não é nada simples.

Uma cantora a altura foi Cássia Eller, no rock, no blues, no samba, com várias parcerias, ela sempre arrasou. Suas interpretações foram sempre marcantes, perfeitas, emocionadas, fortes. Ninguém melhor para interpretar as composições de Nando Reis. Seu inglês também era perfeito, mas ao invés de itliano atacou de francês.
O que ela conseguia realmente só ouvindo para entender. Um contralto muito bonito em canções suaves, como Juventude Transviada. Voz rasgada como na grande interpretação de Smells like teen spirits e Little Tenderness. Toda a ginga no samba, como Vai morar com o diabo, Na Cadência do Samba e Não deixe o samba morrer.



sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Música pra que? - O corpo

Basicamente o que faz com que o som seja produzido é a passagem do ar pelas pregas vocais, ou cordas vocais.
Quando respiramos o ar entra pelo nariz puxado pelo diafragma, que é um músculo situado abaixo dos pulmões. O movimento do diafragma controla a entrada e saída de ar, quando conseguimos controlar conscientemente este músculo temos maior qualidade no som produzido e nenhum esforço.
O ar ao subir produz som passando pelas pregas vocais, esse som é articula dentro da boca pela língua, palato, lábios e dentes. Da boca o som é dirigido para as áreas de resonância, cavidade nasal, cavidade craniana, cavidade torácica, cavidade bucal e a faringe. Todas essas cavidades são áreas mais ou menos ocas onde cada tipo de som é amplificado, funcionam como o corpo de um violão.


O som mais grave resoa na cavidade torácica, no peito. esse é o tipo de ressonância usado na ópera para dar mais força à notas graves sem usar mais ar pois essas notas tendem a perder volume.
As notas medias que já não exigem esforço por si são resoadas na cavidade bucal e nasal, que os cantores chamam de máscara. Isso não significa que a voz deve passar pelo nariz, isso ocorre quando a parte posterior da lígua é levantada dirigindo o ar para o nariz, ao invés de passar pela boca e atravessar o céu da boca (palato) para chegar à mascara.
As notas mais agudas vão resoar na cavidade craniana, serão sentidas na testa e no topo da cabeça.
A maior complicação da técnica é conseguir passar de uma região à outra sem haver quebras no som, mantendo uma uniformidade. Isso dá qualidade ao som fazendo com que todas as notas soem com o mesmo corpo e intensidade, sem usar mais ar nem nenhuma delas. É fácil de entender o resultado observando que normalmente as pessoas gritam e fazem um esforço enorme para alcançar notas mais agudas. Isso é totalmente errado, todos os músculos do corpo estaram tensos provocando uma voz estridente e agessiva. Basta observar uma cantora de ópera para notar como ela canta essas notas sem nenhum esforço.



As pregas vocais trabalham abrindo e fechando o canal conforme o som é mais agudo ou mais grave. Qualquer mínima tensão sobre a músculatura do pescoço fará com que elas trabalhem fora de seu percurso. Se a respiração não é bem controlada elas podem ser forçadas de baixo para cima por volumes exagerados de ar saindo. Esses esforços exessivos causam as doenças mensionadas no blog anterior.
Fonte das imagens:
http://www.brasilescola.com/biologia/sistema-respiratorio.htm
http://www.auladeanatomia.com/respiratorio/sistemarespiratorio.htm
http://www.afh.bio.br/resp/resp1.asp



Quer mais detalhes? Deixe sua pergunta.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Música pra que? - o amor real

A arte é o único amor verdadeiro, o único relacionamento real possivel em nossas vidas em que tudo se baseia em imagens, medos, apegos e posse. Damos muito pouco valor a arte porque desconhecemos o que ela significa em termos de relacionamento. Me relaciono com a minha arte não como a um passa-tempo, mas como a uma entidade, um ser, pois é isso que a arte é. Toda arte tem personalidade, tem história, tem família, tem uma parte física, tem suas necessidaes e expressividade emocional e tem valor espirital. A família da arte é bastante extensa, no caso da música existem generos inúmeraveis. O físico da arte é onde está sua teoria, que se relaciona com meu físico e intelectual para que eu possa compreendê-la e produzir. Ao mencionar expressão emocional e espiritual não me refiro a música romântica e sacra ou evangélica. Seja qual for o assunto a música sempre fala do que sentimos, no que acreditamos, o que desejamos, o que sonhamos, mesmo que não tenha letra.
A arte é o primeiro, e espero que não seja o único, relacionamento em que existe amor verdadeiro. O amor verdadeiro implica em algumas atitudes dentro de nossa vida:
  • Conhecimento - é preciso ter um interesse genuino pela arte, dedicar-se a conhecer profundamente tudo sobre a sua arte. Quem ama conhece profundamente seu amor e a cada dia deseja conhecer mais. No caso da música, tocar um instrumento ou cantar, compor ou interpretar exigem grande conhecimento técnico e controle físico. Não se faz arte de verdade apenas com inspiração, aquele que ama sua arte dedica-se a conhecer o 'corpo' desse 'objeto' amado em seus mínimos detalhes para poder explorá-lo e compreender suas necessidades e possibilidades e esse é um estudo para a vida inteira. Da mesma maneira o artista se esforça em conhecer seu próprio corpo com autoridade, pois ele tem que prestar serviço a esse amor e deve estar a altura de tão importante relação. É fundamental conhecer suas capacidades, superar seus limites, ir além do necessário, para que haja sempre segurança. Somos acostumados a viver nosssos relacionamentos superficialmente e achamos que conhecemos nossos parceiros e companheiros pelo pouco que sabemos deles. Na música isso se revela com muita clareza, os amores superficiais produzem obras igualmente superficiais, iguais a milhares de outras. Os amores profundos tem um gosto sofisticado, mais acentuado, e mesmo nas cancões mais simples e singelas causam grandes emoções. O compor e interpretar dependem diretamente do conhecimento que se tem da arte e de si mesmo, quanto mais conhecimento mais liberdade.
  • Comunhão - na arte não existe posse, na arte existe a verdadedeira e completa liberdade e essa liberdade é resultado do querer estar totalmente integrado a ela. Quando o corpo que já domina a técnica e já tem conhecimento o bastante para poder interpretar não existe mais eu e a música, existe apenas a música e ao mesmo tempo uma conciência profunda de quem se é. Isso é o experimentar a real liberdade e ao mesmo tempo o saber que se está totalmente diluido dentro do outro, neste caso a música, porém toda arte é assim. E é assim porque não existe posse, eu não sou dono daquilo que produzo a não ser nos documentos de direitos autorais. A obra deixa de ser minha a partir do momento que é uma obra, toma vida própria tem sua própria personalidade e a minha voz, o meu instrumento, compartilham a minha alma e a personalidade da obra toda vez que ela é interpretada. Somos dois e ainda assim somos um.
  • Ausência de imagens -  nossos relacionamentos com todo o mundo ao nosso redor é baseado em imagens, a imagem que temos de nós mesmos, das pessoas com quem convivemos, das imagens criadas em nossos sonhos, e normalmente todas elas não correspondem ao que as pessoas realmente são. Aquela eterna idéia das máscaras que usamos para nos defender dos outros ou para agradá-los. Se a arte fosse realmente respeitada pelo que ela é seria tão importante quento matemática e português no curriculo de qualquer um. Na relação com a arte não existe nenhuma imagen intermediária. Ao cantar, por exemplo, não existe o medo da rejeição, o máximo que você pode descobrir é que precisa estudar um pouco mais. A música responde aos seus sentimantos porque é fácil se abrir a ela, ela não julga, assim como você não a julga. Se o resultado não ficou como se esperava, sempre pode ficar melhor. A música nunca vai cansar de você, e você nunca vai cansar dela, porque quando se decide se entregar a ela cada novo encontro é totalmente novo. Na música não existe o medo, ela entra em sua alma e lhe compreende perfeitamente bem, lhe dá palavras pra se expressar, acalma suas dores, cura, lhe mostra caminhos, entre você e ela existe compaixão, nunca pena. Com a música você pode ser quem você realmene é, ela lhe dá coragem, quando você se interessa genuinamente por ela ela cuida de você.

www.gonzaguinha.com.br

Para quem quiser pensar um pouco mais a respeito do amor, relacionamento e tudo que isso implica sugiro o seguinte site: http://www.cuidardoser.com.br/coletanea-krishnamurti.htm
Não fala sobre arte, mas como eu já disse, o que temos com a arte é um relacionamento que expressa o mais puro amor.

Agradecimentos especiais ao prof. Regi.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Música pra que? - Interpretação

Para se cantar bem além de técnica vocal profissional é necessário desenvolver grande habilidade de interpretação. Portanto existem alguns pontos que devem ser levados em consideração na escolha do repertório:

  1. Registro: o registro vocal é o alcançe da voz, do tom mais baixo, grave, ao mais alto, agudo. As vozes tem categorias em que se encaixam conforme a altura que alcançam. Uma mulher que tenha voz aguda como Tetê Espindola nunca vai conseguir cantar as músicas da Cássia Eller no tom em que ela fazia. Da mesma maneira um homem com voz grave como a do Sérgio Reis não vai nunca conseguir cantar agudo como Pena Branca e Xavantinho. Então a primeira coisa a se pensar é descobrir qual é seu registro, para isso é necessário a ajuda de um profissional em técnica vocal. A partir daí escolhe-se as músicas mais adequadas e, se for necessário, muda-se o tom das músicas que não estiverem dentro de seu registro.
  2. Estilo: ninguém canta bem de tudo, um cantor de aché dificilmente vai cantar bem jazz. cada estilo musical tem sua própria alma e o cantor tem que se identificar profundamente com a linguagem do estilo. Ou seja, entender muito bem a divisão ritmica, o swing, a harmonia usados. De outra maneira a interpretação vai estar sempre amarrada, sem leveza, incerta, presa à imitação do cantor original. 
  3. Assunto: na hora de escolher o repertório não basta saber o que está em voga, é preciso ser fiel ao que lhe interessa. A música vem de dentro para fora. Quando canta, o artista está também interpretando uma personagem, vivendo um momento que naquele instante é seu. Se você não entende profundamente a letra ou se a letra não trata de algo interessante pra você não vai ficar bom. Por mais que você se esforce vai ficar falso. Observa-se essa dificuldade com cantores de banda show, eles têm que cantar de tudo, inclusive músicas que eles odeiam. Podem ser muito afinados se forem profissionais, mas sempre aquelas músicas que não têm conexão com sua personalidade vão ficar fracas. Aqui vale a pena reler o blog anterior sobre este assunto.
  4.  
A interpretação tem sempre que ser pensada, não basta sentir. Todo artista pensa em qual é a melhor maneira de transmitir aquilo que pensa e sente com suas ferramentas antes de começar a obra e durante a produção sempre podem haver mudanças de interpretação. No caso do cantor sua voz é sua única ferramenta, mas é extremamente maleável. No entanto é também uma ferramenta muito delicada e insubstituível, portanto ser profissional é fundamental. Há alguns erros que se deve evitar:
  • É crença popular que para demostrar muita emoção o cantor deve colocar uma expressão extremamente tensa até ficar vermelho e suas veias saltarem. Certamente você já viu muita gente fazer isso inclusive na TV. O que esse cantor certamente vai conseguir é estourar algumas veias e um belo calo nas pregas vocais. Uma maneira de você conseguir uma ótima interpretação e começar imaginando pra quem você cantaria aquela música. Também é uma ótima oportunidade de dizer aquilo que você nunca conseguiria "na cara dura". Isso também ajuda a vencer a timidez, cante de coração para uma única pessoa e esqueça todas as outras que estejam presentes.
  • Alguns cantores religiosos, americanos principalmente, acreditam que a dor nas pregas vocais faz parte da energia empregada em louvar. Grandissíssimo engano, a dor é sinal de que um esforço exagerado está sendo feito pelas pregas vocais. Isso significa que se está trabalhando errado e como qualquer músculo elas vão se machucar seriamente. Coceira, rouquidão e canssaço são os primeiros sinais de algo está errado. Se você sentir qualquer um desses sintomas procure um otorrinolaringologista imediatamente, ele lhe dirá qual é o problema e indicara o tratamento correto.
  • Dizem que álcohol melhora a voz. Engano, o que o álcohol, assim como balas que dão sensação refrescante, faz é anestesiar as pregas vocais. Enquanto se está sob o efeito canta-se com toda desenvoltura, no dia seguinte está sem voz por conta do exesso de esforço.
Aqui estão alguns problemas sérios causados pelo mal uso da voz. Para ler o texto na integra e conhecer outros problemas relacionados a saúde vocal consulte: http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/cancer-de-laringe/disturbios-da-garganta.php
  • Os pólipos nas pregas vocais são formações não cancerosas localizadas sobre as pregas vocais que se desenvolvem devido ao uso abusivo da voz, a reações alérgicas crônicas que afetam a laringe ou à inalação crônica de irritantes (p.ex., gases industriais ou fumaça de cigarro).
    Os sintomas incluem a rouquidão crônica e uma voz entrecortada.
  • Os nódulos nas pregas vocais (nódulos do cantor) são formações não cancerosas similares a cicatrizes localizadas sobre as pregas vocais. Eles são semelhantes aos pólipos das pregas vocais, porém mais firmes, e não desaparecem com o repouso.
    Os nódulos das pregas vocais são causados pelo uso abusivo crônico da voz (p.ex., gritar repetidamente ou cantar de modo vigoroso). O médico realiza uma biópsia para certificar-se que não se trata de um câncer. Normalmente, os nódulos das pregas vocais em crianças desaparecem somente com a fonoterapia. Nos adultos, eles devem ser removidos cirurgicamente. O único modo de se prevenir a formação de outros nódulos é a interrupção do uso abusivo da voz.
  • As úlceras de contato são lesões em carne viva localizadas na membrana mucosa que reveste as cartilagens às quais estão unidas as pregas vocais.
    As úlceras de contato geralmente são causadas pelo uso abusivo da voz com a fala forçada, sobretudo quando o indivíduo começa o seu discurso. Essas úlceras são tipicamente observadas em pregadores, representantes de vendas e advogados. O fumo, a tosse persistente e o refluxo ácido do estômago também podem causar úlceras de contato.

Quais são as suas dúvidads a respeito de interpretação?

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